quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Cuba não está mal não viu...

A economia de Cuba é baseada na exploração da natureza principalmente na mineração de níquel e cobalto e no turismo à paisagens tropical.                   

As taxas de alfabetização, expectativa de vida e cobertura de saúde são as maiores de todas as ilhas do Caribe, tornando o capital humano um dos principais pilares econômicos da industria do pais.
O índice de pobreza de Cuba era o sexto menor em 2004 dentre os 102 países em desenvolvimento pesquisados pela a Pnud, organismo da ONU. Em 2014 Cuba está entre os 44 países do mundo que ostentam um alto Índice de Desenvolvimento Humano (acima de 0,800); o IDH de Cuba foi 0,838 Na América Latina só ficou aquém do Chile.] O maior gasto, proporcional ao PIB, do mundo com educação pertence a Cuba (8,96% do PIB), seguida da Dinamarca (8,51% do PIB) e Suécia (7,66% do PIB).

De acordo com o relatório do PNUD sobre qualidade de vida e desenvolvimento humano, Cuba é o segundo melhor país para se viver na América Latina, com uma expectativa de vida de 78,5 anos e um de alfabetização de 99,8%, maior do que em países vizinhos, como México, Costa Rica ou as Bahamas. Em 2009, a UNICEF confirmou que no país houve uma desnutrição infantil de 0%. 

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